Arquivo da categoria ‘SP1’

Olá, pessoal!

Tudo bem?

No post de hoje iremos abordar o processo de instalação do SQL Server 2008 R2 SP1 para suportar a instalação de dois produtos da família System Center 2012. Estou me referindo, especificamente, ao Virtual Machine Manager 2012 e o Operations Manager 2012.

O principal objetivo deste post é o de ajudar àqueles que querem estudar os produtos da família System Center, mas que possuem dificuldade em preparar o ambiente para instalar os produtos. Em caso de dúvidas no processo, podem me contatar através do endereço igor.humberto@hotmail.com ou então através de um comentário.

Como referência para este post, usei o System Center Library. Assim, caso queira se aprofundar nas informações que você verá adiante, basta ler os conteúdos referentes aos dois produtos que estou focando, ou seja, o Virtual Machine Manager e o Operations Manager, ambos nas versões 2012.

Configurando o SQL Server.

Agora chegou o momento de instalarmos o SQL. A versão que iremos usar é a SQL Server 2008 R2 SP1. Ao inserir a mídia de instalação, será exibida uma tela onde devemos clicar em Installation e, na sequência, New Installation or add features to an existing installation.

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Iniciando a instalação do SQL Server.

O programa de instalação precisará instalar o ambiente que irá receber o SQL. Sendo assim, uma série de checagens será realizada.

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O programa de instalação está verificando o ambiente.

Agora você deve informar que tipo de instalação está fazendo. Ou seja, se deseja fazer uma instalação de avaliação do produto, ou entrar com a chave de instalação, para realizar uma instalação completa do mesmo.

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Escolhendo o tipo de instalação do SQL Server.

Desta forma, na tela seguinte se dará o início da instalação dos componentes necessários para o programa de instalação.

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Instalando os componentes da instalação do SQL Server.

Uma vez que estes componentes sejam instalados, agora o assistente inicia uma nova etapa do processo de instalação onde iremos realizar a instalação do SQL Server propriamente dito. Sendo assim, uma nova verificação é realizada. Se tudo estiver correto, você deverá ter apenas um alerta que informa que as configurações do firewall precisam ser checadas para que exista a comunicação com o SQL Server depois que o mesmo for instalado. Em condições normais esse processo é realizado automaticamente pelo programa de instalação.

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Realizando mais uma checagem de requisitos.

Em Setup Role, escolha a opção SQL Server Feature Installation, conforme mostra a figura a seguir.

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Selecionando a instalação de recursos do SQL Server.

Agora chega o momento de selecionar os componentes do SQL Server que serão instalados. Os componentes são quase os mesmos para o VMM e para o SCOM. Para o VMM você só precisa instalar o Database Engine Services e o Reporting Services. Para o SCOM, você deverá selecionar também o Full-Text Search (FTS). Adicionalmente, iremos marcar também o Management Tool (Basic e Complete). Este último, apenas com o objetivo de facilitar a configuração do SQL, caso seja necessário fazer algum ajuste.

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Selecionando os componentes que serão instalados.

Mais uma checagem é realizada com o intuito de verificar se algum problema pode ocorrer durante a instalação das funções selecionadas.

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Mais uma verificação para saber se problemas serão encontrados.

Na tela de configuração da Instância, você pode manter as configurações padrão. Ou seja, deixar o nome MSSQLSERVER como instância padrão para a instalação do SQL Server.

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Definindo o nome da Instância do SQL que será usada.

Uma caixa de validação dos requisitos de espaço para a instalação dos componentes selecionados é exibida.

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O assistente exibe os requisitos de espaço para os componentes selecionados.

Na próxima tela você deverá informar as contas de serviço que serão usadas pelo SQL Server. Aqui vai uma atenção especial para o SQL Server Agent, que deve ser configurado para o modo Automático.

Para o nosso laboratório, estou usando a conta de administrador do ambiente. Apesar disso, caso você estivesse em um ambiente real, você deveria informar uma conta com privilégios administrativos apenas no servidor onde o SQL Server está sendo instalado.

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Definindo as contas de serviço do SQL Server.

Ainda nesta tela do assistente você deverá clicar na guia Collation e verificar se a Collation SQL_Latin1_General_CP1_CI_AS foi selecionada. Segundo a documentação disponível, esta é a única Collation compatível com o SCOM 2012 (Figura 17).

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Definindo a Collation que será usada pelo SQL Server.

Na próxima tela você deve informar quem será o administrador do SQL.

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Definindo quem será o administrador do SQL Server.

Na tela seguinte você irá definir a configuração do Reporting Services. Sendo assim, certifique-se de que a opção Install the native mode default configuration está marcada.

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Definindo o modo de instalação do Reporting Services.

Uma última verificação é realizada para que o programa de instalação se certifique de que não existirão impedimentos para atrapalhar o processo de instalação dos componentes selecionados.

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Última checagem antes de iniciar a instalação do produto.

Agora você vê o resumo das suas seleções.

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Resumo das seleções para a instalação do SQL Server.

A instalação dará início. Agora é só aguardar que a mesma seja finalizada.

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Progresso da instalação do SQL Server.

Se tudo foi feito corretamente, a instalação será bem-sucedida. Depois disso, basta executar o Microsoft Update para aplicar as atualizações necessárias, incluindo o Service Pack 1 do SQL Server 2008 R2. Repita o processo de checagem por atualizações até que o Microsoft Update informe que não existem mais atualizações para o sistema.

Aqui vale uma observação importante quanto aos updates. Muita gente não percebe, mas na tela do Microsoft Update a configuração padrão informa que somente as atualizações do Windows serão exibidas. Para que as atualizações para os outros produtos sejam apresentadas também, é necessário que você siga as instruções sobre como obter atualizações para outros produtos na mesma tela do Microsoft Update. Somente assim você verá as atualizações, por exemplo, do SQL Server.

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Instalação do SQL Server concluída de maneira satisfatória.

Bem, pessoal. Se vocês chegaram até aqui, isso significa que o SQL Server foi instalado com sucesso e está pronto para receber o Virtual Machine Manager e o Operations manager.

Mais uma vez, em caso de dúvidas, deixe um comentário e/ou mande um e-mail para igor.humberto@hotmail.com.

Um abraço e até a próxima!

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Salve, Galera!

Tudo bem?

Como todos sabem, hoje aconteceu na Lógica Tecnologia, aqui no Rio de janeiro, mais um IT Camp.

Sendo assim, dedicamos 8 horas do dia para falarmos, em profundidade, sobre Hyper-V e System Center.

Foi complicado, pois tratam-se de temas que precisariam de uma semana para serem abordados por completo. Apesar disso, conseguimos apresentar o Hyper-V, o System Center 2012 – Virtual Machine Manager e o System Center 2012 – Operations Manager.

Os participantes tiveram condições de entender as novidades da plataforma e como fazer o “bicho funcionar” através de demonstrações práticas.

Vejam as fotos:

O coffee-break estava bem servido.

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Os participantes tiveram a oportunidade de testar os recursos apresentados durante o evento.

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Como o evento foi longo, tivemos alguns momentos de descontração.

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Contamos com a presença do amigo Rafael Bernardes, representando a equipe do portal CooperaTI (www.cooperati.com.br)

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Pessoal, por hoje é só.

Eu e o Alexandro estamos muito satisfeitos pela realização do evento.

Obrigado equipe do Technet Brasil, representadas pelos amigos, Fabio Hara e Vinícius Apolinário! Foi uma grande oportunidade de colaborar com a comunidade!

Contem conosco para outras iniciativas deste tipo!

Aproveito a oportunidade para deixar alguns links importantes para quem pretende se aprofundar nos temas abordados:

– http://www.microsoftio.com

Site onde é possível encontrar o Core IO. Com ele vocês conseguem analisar o nível de maturidade do ambiente e, assim, organizar os projetos da sua empresa. Desta maneira será possível implementar as soluções no momento certo dentro da organização.

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc196387.aspx

Link com informações sobre o Infrastructure Plannign and Design (IPD). Com ele você consegue fazer o desenho de muitas das soluções de infraestrutura que a Microsoft oferece. Faça o planejamento e implemente da maneira correta!

http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?displaylang=en&id=732

Gostou do IPD? Faça o donwload dos guias neste link!

http://social.technet.microsoft.com/wiki/contents/articles/125.hyper-v-survival-guide.aspx?wa=wsignin1.0

Hyper-V Survival Guide. Como o nome já diz, é o guia de sobrevivência do Hyper-V. Está com dúvida, provavelmente aqui você encontra a resposta.

http://www.microsoftvirtualacademy.com/Home.aspx

Microsoft Virtual Academy. Este é o local para aprender, entre outras coisas, sobre infraestrutura de nuvem privada.

http://technet.microsoft.com/pt-br/bb291022

Centro de treinamento. Este lugar é outra fonte de estudos muito confiável para aprender sobre tecnologias Microsoft.

http://technet.microsoft.com/pt-br/bb467605.aspx

Microsoft Virtual Labs. Aqui você aprende, na prática, como funcionam os produtos Microsoft mais recentes. Principalmente na plataforma System Center 2012.

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc507089.aspx

System Center Technical Documentation Library. Uma das melhores referências técnicas sobre System Center. O X da questão aqui é que está em Inglês. Sendo assim, temos também a…

http://www.canalsystemcenter.com.br/csc/index.php

Revista Canal System Center. Esta é a primeira revista brasileira que fala exclusivamente sobre System Center e com contepudo inteiramente em português.

Aproveitem e, bons estudos!

Um abraço e até a próxima!

Salve, Galera!

Tudo bem?

Durante o meu dia-a-dia como consultor para soluções de virtualização e gerenciamento de sistemas, encontro alguns desafios difíceis de ultrapassar, principalmente, quando encontro cenários que fogem àqueles que são descritos nos tutoriais disponíveis na Internet falando sobre como instalar os produtos da família System Center.

Se você está começando a trabalhar com os produtos da família System Center, irá descobrir alguns detalhes sobre os produtos que compõe a família que são cruciais para o seu sucesso. Os detalhes são os seguintes:

  • Os produtos dessa família não são do tipo Next, Next, Finish (Avançar, Avançar, Finalizar).
  • Para poder implementar os produtos da família System Center com sucesso, é importante saber fazê-lo com planejamento prévio.
  • Cada produto da família possui suas devidas peculiaridades durante o processo de instalação. Ou seja, instalar com sucesso o SCCM não significa que você irá conseguir instalar o SCOM com sucesso.
  • A maior parte das suas pesquisas pela Web irão resultar em documentos/artigos que estão em inglês.

Agora, existem coisas que os produtos da família compartilham. Por exemplo, todos eles precisam do SQL e de planejamento para ter uma instalação bem-sucedida. Agora, as semelhanças terminam por aí. Por exemplo, no caso do SQL server, cada produto tem “o seu jeito” de lidar com o banco, e essa é uma das razões de estar escrevendo este post.

System Center Operations Manager – SCOM

Como todos sabem, o SCOM é o produto da família System Center responsável por fazer o monitoramento do ambinete. Ou seja, é com ele que você consegue saber como vai a saúde dos seus sistemas.

Fazendo uma analogia com um berçário cheio de crianças e que está com a porta fechada, a maior parte das soluções de monitoramento disponíveis no mercado são capazes de definir que as crianças estão chorando, mas não são capazes de definir a causa do problema. Ou seja, você consegue saber que o consumo de CPU e de memória estão altos, por exemplo, mas não consegue dizer porque isso está acontecendo.

Um dos grandes diferenciais do SCOM está na capacidade deste produto em abrir a porta do berçário e dizer porque as crianças estão chorando. Ou seja, ele consegue dizer qual a causa do elevado consumo de CPU e de memória citados no exemplo, entende?

Agora, como o SCOM consegue fazer isso? A resposta é simples: Através daquilo que chamamos Management Packs ou, simplesmente, MPs.

De maneira simplificada, podemos dizer que um MP é uma regra de inteligência que dá ao SCOM as informações necessárias sobre como fazer o monitoramento de um determinado recurso. Um dos pontos importantes sobre a origem de um MP está no fato de que, em sua maioria, eles são desenvolvidos pelos fabricantes dos produtos que você pretende monitorar.

Agora, o que você encontra no mercado são situações onde este MP pode ser disponibilizado gratuitamente ou, em alguns casos, você precisará comprar o mesmo. Já vi casos também onde o fabricante pode não ter o MP, mas uma empresa parceira ter desenvolvido um, por exemplo.

Assim, é muito importante que, antes de adquirir a solução, você verifique se existe um MP para monitorar o que você deseja e, caso encontre (o que não é difícil), se o mesmo é disponibilizado gratuitamente, ou não.

Se não encontrar, isso não é razão para desânimo! O SCOM possui uma ferramenta de autoria de MPs que lhe dará condições de desenvolver um MP para monitorar o que você precisa. É claro que, para isso, é importante que você tenha conhecimento, não somente sobre o desenvolvimento de MPs, como também do próprio produto que será monitorado. Ou seja, você precisa saber informar para a ferramenta de autoria como extrair a informação que você precisa do produto que será monitorado, entende?

Um excelente recurso que me ajuda bastante no processo de planejamento de implementação do SCOM no ambiente do cliente é o Infrastructure Planning and Design. Para quem não conhece, o IPD é uma coleção de documentos produzidos pela Microsoft que contém todas as informações que você precisa para implementar uma série de tecnologias Microsoft. Ou seja, você não irá encontrar informações sobre como fazer a instalação de um produto/tecnologia, mas irá encontrar informações suficientes para que você tenha condições de desenhar corretamente a implementação do produto.

Neste caso, existe um IPD específico para o SCOM, onde você encontra informações sobre como fazer o sizing do hardware necessário para suportar o SCOM além de definir a distribuição de servidores etc. Sendo assim, recomendo que faça a leitura deste documento antes de implementar o SCOM.

Implementando a solução

Seguindo as instruções presentes no IPD do SCOM para implementar a solução em um cliente, cheguei a conclusão de que o ideal seria implementar o produto em uma infraestrutura de dois servidores. Ou seja, um servidor para o SCOM e outro para o SQL Server necessário para armazenar os dados produzidos pela ferramenta.

Foi aí que encontrei o meu desafio, uma vez que a maioria dos exemplos que encontramos na Web sobre como fazer a implementação do produto falam sobre um cenário onde o SCOM é instalado juntamente com o SQL Server, ou seja, no mesmo servidor. Até este ponto você encontra bastante informação, inclusive, em português.

Apesar disso, encontrar documentação falando sobre como fazer a implementação no cenário que citei é complicado e sempre as informações encontradas estão em inglês.

Desta forma, este post tem como objetivo lhe ajudar a ultrapassar o obstáculo que encontrei um dia e, desta vez, em português.

Sendo assim, para começarmos, suponham que vocês tenham, pelo menos, dois servidores: Um que irá hospedar o SQL Server e outro que irá hospedar o SCOM.

Como o principal foco deste post não é o de falar sobre como implementar o SQL Server, serei breve com estas informações. Ou seja, basicamente, o que você precisa para ter uma infraestrutura de SQL que suporte o seu SCOM é ter o SQL 2008 (Standard ou Enterprise) SP1 instalados. Vale ressaltar neste ponto que o SCOM também aceita as versões 2005 do referido produto. No caso da versão 2008 R2 existem algumas ressalvas. Sendo assim, recomendo fortemente que você leia o guia de implementação do produto disponível no System Center Library (conteúdo em inglês). Lá você encontra todas as informações sobre configurações de infraestrutura suportadas pelo produto.

Além de ler as informações do System Center Library, recomendo também que você faça um laboratório simulando o ambiente que irá implantar, exatamente para evitar surpresas no cliente. Se você faz pré-venda técnica, tenha muito cuidado com o que irá dizer, pois, com uma recomendação técnica incorreta você pode, sem querer, inviabilizar todo um projeto. Por exemplo, se você informar que ao cliente que ele poderá usar o SQL Server 2008 R2 para implementar o SCOM, você será surpreendido com o fato de que o programa de instalação do SCOM não irá aceitar isso. Ou seja, a referida versão do SQL até é suportada, mas você teria que fazer a instalação usando a versão 2008 do SQL e, com o SCOM instalado, aplicar o Pacote de atualizações cumulativas 5 do mesmo, para, então, fazer a atualização do SQL para a versão R2. Este tipo de informação você só adquire lendo bastante e fazendo laboratórios.

Em síntese, diferente do que acontece com outros produtos da família System Center, o SCOM não irá aceitar uma versão não suportada do SQL (uma versão superior daquela que é apresentada no site). Outro aspecto importante em usar somente aquilo que aparece como suportado no site do produto, é o suporte que a Microsoft irá dar para a ferramenta, cas você tenha problemas. Neste caso, usar uma configuração não suportada resultará na falta do suporte quando você precisar;

Bem, basicamente, você precisa do Database engine e do Reporting Services (este último para o caso de querer o SCOM Reporting). Instale o SQL e aplique o SP1 apenas. Depois que instalar o SCOM e aplicar o Pacote de atualizações cumulativas conforme mencionado, você poderá fazer as atualizações devidas no SQL.

Feito isso, você precisa preparar o SQL para receber o SCOM. Mais precisamente, você precisará criar o banco de dados principal do SCOM e o banco que será usado para o Data warehouse (para o nosso caso, o SRSS será instalado).

Para isso, insira a mídia de instalação do SCOM no servidor que hospeda o SQL e navegue até a pasta SupportTools. Nesta pasta, você deve selecionar a pasta correspondente à arquitetura de implantação do SQL existente. No nosso caso, como a implementação é x64, iremos usar a pasta AMD64, como mostra a figura a seguir.

Dentro desta pasta você deve executar o arquivo DBCreateWizard.exe.

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Será aberto o assistente de criação do banco de dados. Na tela de boas-vindas, clique em Next.

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Na tela seguinte, mais precisamente no campo Database Type, você deve selecionar o tipo de banco que será criado. Neste primeiro momento, iremos criar o banco de dados principal e, assim, você deve selecionar a opção Operations Manager Database. Adicionalmente, você poderá definir se será criado um novo banco, definir a localização do mesmo, tamanho inicial e porta de escuta. Faça as suas seleções e clique em Next.

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Agora você deve informar o nome do Grupo de garenciamento que será usado pela sua infraestrutura do SCOM. Entenda o seguinte: O seu SCOM ainda não foi instalado. Ou seja, você deverá preencher este campo com os dados que você irá usar durante a futura implantação que será feita. Informe também qual grupo terá privilégios administrativos neste Grupo de gerenciamento. Feito isso, clique em Next.

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As próximas telas do assistente são auto-explicativas. Na sequência, você poderá ver um resumo das suas escolhas. Feito isso, clique em Finish para concluir a operação.

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Depois de alguns segundos, você deverá ver a seguinte tela informando que a operação foi concluída com êxito.

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Agora nós iniciaremos o processo de instalação propriamente dito. Ou seja, no servidor que irá desempenhar a função de Servidor de gerenciamento, insira a mídia de instalação do SCOM. Você verá que o splash screen do produto irá aparecer. Uma boa prática neste momento, consistem em selecionar a opção Check Prerequisites, conforme destacado na figura a seguir.

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Fazendo isso, abre-se um software que irá avaliar se o seu sistema possui os requisitos necessparios para a implementação do produto de acordo com as opções que você selecionar. Para o nosso cenário, precisamos saber se o sistema tem os requisitos necessários para a implementação do Server, Console com PowerShell e Web console. Faça as seleções e clique no botão Check. Propositalmente, deixei um dos requisitos faltando, como pode ser visto na próxima figura.

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O legal desse software é que, no ponto onde ele encontrar a falha, basta clicar no botão More correspondente que uma caixa dando informações sobre o que está faltando é exibida. Para o meu exemplo, esta caixa dá informações sobre como baixar o componente faltante.

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Sendo assim, resolva a dependência, e clique novamente no botão Check. Vale ressaltar que, para o meu exemplo, a máquina virtual usada não possui os 2 GB de RAM recomendados para a implementação da solução. Sendo assim, ficará em destaque o alerta de não conformidade com a quantidade de memória.

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Passando na lista de requisitos, basta que você retorne ao splash screen e clique na opção Install Operations Manager Server. Com isso, você irá executar o assistente de instalação do SCOM. Na primeira tela exibida, basta clicar em Next.

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Aceite os termos do EULA.

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Digite as infoemações de registro do produto.

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Selecione os componentes como mostra a figura a seguir. Ou seja, não instale a opção Database, uma vez que esta função será desempenhada pelo outro servidor SQL.

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Na tela seguinte, indique o nome do servidor que hospeda a função de SQL Server com a sua respectiva instância e informe também o nome do banco de dados que será usado. Só para lembrar, o nome desse banco foi definido quando executamos aquele asistente de criação de banco citado anteriormente.

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Na próxima tela, você precisa informar o nome da conta que será usada comol Action Account.

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Na tela seguinte você deverá informar a Service Account.

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Nest emomento você deve escolher também qual é o método de autenticação que será usado no acesso ao Web console do SCOM. Para o meu exemplo, irei usar a autenticação do Windows.

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As telas seguintes são auto-explicativas. Dando sequência, basta aguardar o produto ser instalado. Na tela final você será convidado a fazer o backup da chave de criptografia e abrir o console. Não irei entrar no detalhe desta configuração neste momento, mas, caso opte por não fazer a configuração neste instante, o backup desta chave poderá ser executado posteriormente.

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Apróxima etapa agora é instalar o SCOM Reporting. Para isso, insira a mídia de instalação do SCOM no servidor que hospeda o SQL e o SRSS. No splash screen, clique em Install Operations Manager 2007 R2 Reporting para que o assistente de instalação do referido recurso seja executado.

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As primeiras telas do assistente são iguais às que foram exibidas durante a instalação do servidor de gerenciamento do SCOM. As mudanças começam a surgir na tela de seleção de opções de instalação. Mantenha a seleção sugerida e clique em Next.

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Agora você precisa indicar quem é o servidor RMS na infraestrutura do SCOM. No meu exemplo, este servidor é o que acabamos de instalar na etapa anterior. Sendo assim, informe o FQDN deste servidor e clique em Next.

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Como o assistente detecta os componentes do SQL instalados no sistema, ele sugere a conexão com o servidor e a porta que será usada. Mantenha as opções padrão e clique em Next.

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Defina as configurações do banco.

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Defina quem será o servidor SRSS.

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Nas próximas duas telas, você deverá informar quais contas serão usadas para o processo de leitura e escrita no banco.

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Daí, basta seguir as últimas telas do assistente, que são autoexplicativas, e aguardar o processo de instalação terminar.

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Depois, basta conferir se o console do SCOM abre corretamente.

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Bem, é isso, pessoal! Espero que tenha conseguido ajudar. Como disse, quando precisei destas informações, tive dificuldade de encontrar as mesmas em um mesmo lugar. Sem contar que muitos dos posts que encontrei não apontavam uma solução correta. Assim, fica a dica: Consultem o System Center Library e usem, sem moderação, o IPD. Além disso, você pode contar também com o Centro de treinamento do SCOM disponível no Technet Brasil e com a Revista Canal System Center.

Até a próxima!

Salve, Galera!

Tudo bem?

Como diz o título do post, a Microsoft acabou de lançar publicamente a sua versão gratuita do seu sistema operacional para virtualização com as funcionalidades do Service Pack 1 que, até então, só estavam disponíveis para o Hyper-V quando executado no Windows Server 2008 R2.

Para quem não conhece, o Hyper-V Server é um sistema operacional gratuito lançado pela Microsoft que dá ao administrador uma ferramenta robusta para virtualizar os seus Workloads de forma gratuita. Ou seja, este produto está na mesma categoria de outros produtos tais como, Vmware ESXi, Xen Server etc.

Para competir a Microsoft entrega junto com o Hyper-V Server os seguintes recursos gratuitamente:

  • Live Migration
  • Alta disponibilidade com Failover Clustering
  • Cluster Shared Volumes
  • Produto preparado para trabalhar com redes 10 Gb/E
  • Modo de compatibilidade do processador
  • Escalabilidade avançada

Estes são apenas alguns dos recursos que podemos citar. O produto realmente é muito bom e você deve testar se pretende utilizar uma plataforma de virtualização gratuita no seu ambiente.

Com o lançamento do Service Pack 1 para este produto, o mesmo pode contar também com duas excelentes features presentes no Hyper-V existente no Windows Server 2008 R2. Os dois recursos são:

  • Dynamic Memory
  • Remote FX

Falando de forma bem resumida, o Dynamic Memory permite que a memória física presente no host de virtualização seja aproveitada de maneira mais inteligente. Basicamente é aplicada a ideia da “sacola com o tamanho certo” para o seu Workload. Assim, se você habilitar o recurso para uma determinada máquina virtual, o Hyper-V é capaz de gerenciar dinamicamente a quantidade de memória que o servidor irá usar, entregando mais ou menos memória do host para o sistema operacional presente na máquina virtual. Assim, torna-se possível aumentar a quantidade de máquinas virtuais presentes num mesmo host,

Quanto ao Remote FX, trata-se de uma recurso que visa melhorar a experiência de máquinas virtuais baseadas no Windows 7 quando pensamos em uma solução de VDI. Além disso, através deste recurso torna-se possível pensar em ter o mapeamento de dispositivos USB interagindo com a máquina virtual.

Bem, este foi um breve resumo destes dois recursos. Para obter mais informações sobre o Hyper-V Server, clique aqui. Para saber mais sobre o Dynamic Memory, clique aqui. Se quiser saber mais sobre o Remote FX, clique aqui.

Se você gostou de tudo o que leu e quiiser testar o Hyper-V Server, faça o download gratuito do produto aqui. Lembre-se que não é um produto de avaliação. Trata-se de uma versão completa do produto.

Um abraço e até a próxima!

Salve, Galera!

Tudo bem?

Como vocês já devem ter percebido, quem instala o Windows 7 e logo depois aplica o SP1 se depara com um obstáculo: O RSAT não pode ser instalado e emite uma mensagem de erro informando que a versão do Windows não é a correta.

Bem, antes de continuar, para quem não sabe o que é o RSAT, esta é a sigla para Remote Server Administration Tools (Ferramenta de Administração Remota do Servidor) e substituiu o velho Admin Pack. Sendo assim, o RSAT é o que devemos instalar quando queremos fazer a administração remota de um servidor através dos tradicionais consoles de gerenciamento usando o Windows 7, por exemplo.

Agora que você já sabe o que é o RSAT, vamos entender como era possível contornar o problema citado no primeiro parágrafo: O que você teria que fazer era instalar o RSAT antes de aplicar o SP1. Assim, com o mesmo instalado, quando o SP1 fosse aplicado, o mesmo atualizaria, automaticamente, o RSAT instalado.

Bem, se você já aplicou o SP1 (por exemplo, quando você instala o Windows 7 apartir de uma mídia com o SP1 integrado), não tem como resolver este desafio, certo?

Bem, os seus problemas se acabaram a pouco. A Microsoft acabou de lançar a versão SP1 do RSAT. Agora é só baixar a nova versão do mesmo e poder continuar a usufruir do recurso normalmente.

Segue o link de download:

http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=7d2f6ad7-656b-4313-a005-4e344e43997d&displayLang=pt-br

Um abraço e até a próxima!