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Salve, pessoal!

No post de hoje, iremos abordar o processo de instalação de um dos componentes mais famosos da suíte System Center. Estamos falando do Operations Manager, que é mais conhecido pela sua antiga sigla SCOM (o nome do produto atual define que a nova sigla seja OM, mas acho que ainda vai demorar para essa nova sigla pegar).

Bem, para quem não conhece, o Operations Manager é o componente da suíte System Center responsável pelo monitoramento do ambiente. Ou seja, se você quiser saber como vai a saúde dos seus servidores, sejam eles físicos ou virtuais, o Operations Manager é a ferramenta certa para lhe ajudar.

Como todos os componentes da suíte, antes de iniciar, o ideal é que seja feito um bom planejamento da implantação do produto. Normalmente, quando encontramos pessoas frustradas com o Operations Manager, isso se dá pela falta de planejamento no processo de implantação. Existem casos ainda em que o problema está antes disso mesmo. Ou seja, o problema está na expectativa daquilo que o produto irá fazer. As pessoas entendem que o Operations Manager é um produto que faz monitoramento e, assim, irá monitorar o que você quiser. Isso não é verdade, nem para o Operations Manager, nem para outros produtos que estejam na mesma categoria que ele.

Como funciona o Operations Manager?

Visto o cenário acima, é importante que se entenda, pelo menos, basicamente, o que o Operations Manager é capaz de fazer. Vamos lá:

O Operations Manager é uma ferramenta capaz de fazer o monitoramento de servidores e estações de trabalho baseadas em Windows (óbvio), Linux e dispositivos de rede.

Eu poderia ficar escrevendo o dia todo sobre as diversas vantagens que encontramos no Operations Manager, mas, basicamente, esse produto se caracteriza, não por poder monitorar componentes básicos tais como, processador, memória, espaço em disco e estado de processos, mas também como vai o funcionamento de suas aplicações. Ou seja, na mesma ferramenta, você consegue entender como vai a saúde dos seus bancos de dados baseados em SQL, saber se o ventilador de um determinado switch está funcionando, se uma determinada aplicação está funcionando com a performance que o desenvolvedor previu, etc.

Por exemplo, com esta ferramenta, é possível entender como vai a saúde do processo de replicação do Active Directory. Ou seja, para vocês terem uma ideia, já tive cliente que estava monitorando os seus controladores de domínio usando outra solução de monitoramento de mercado. No caso, ele monitorava aquele básico que citei anteriormente. Apesar disso, ele não sabia que alguns de seus DCs, simplesmente, não estavam replicando faziam alguns dias. Usando o Operations Manager, ele foi capaz de visualizar esse problema e, assim, corrigir a situação.

Mas como o Operations manager é capaz de fazer isso? A resposta é simples: Através de um recurso chamado Management Pack, que nada mais é que uma espécie de plugin que, depois de instalado no Operations Manager, adiciona regars de inteligência no mesmo, de forma que ele se torne capaz de entender como um determinado produto funciona.

O legal destes Management Packs é que, muitas das vezes, eles são desenvolvidos pelos próprios fabricantes das soluções. Sei que outras soluções de monitoramento do mercado possuem recursos semelhantes, mas, no caso do Operations Manager, a maioria dos Management Packs é desenvolvida pelos próprios fabricantes e, assim, a pergunta que fica é bem simples: Quem deve saber monitorar melhor uma determinada solução? O Fabricante ou outra pessoa que desenvolveu o plugin? Bem, para a maioria dos casos, quem fará esse trabalho melhor será, obviamente, o próprio fabricante, não concordam?

Considerando isso e que o Operations Manager é largamente usado no mundo todo, muitos fabricantes desenvolvem os Management Packs para que as suas soluções sejam monitoradas pelo Operations Manager. Alguns desses Management Packs são pagos, outros são gratuitos. Desta forma, é importante que você se certifique dos seguintes pontos antes de pensar em usar o Operations Manager. São eles:

  • Existe um Management Pack para o que eu preciso monitorar?
  • Se sim, ele é pago ou é gratuito?
  • Caso esteja disponível a documentação do referido Management Pack, você já leu a mesma para saber se o que você precisa que seja monitorado na solução é contemplado pelo Management Pack proposto?

 

Respondendo à estas perguntas, fica mais fácil saber se o seu projeto de Operations Manager terá sucesso ou não. Ou seja, tudo é uma questão de alinhar as expectativas… planejar a implementação. Para estes casos, cai muito bem uma Prova de Conceito (PoC). Baseado nestes resultados, você terá melhores condições de definir se o Operations Manager e, como disse anteriormente, qualquer outra ferramenta de mercado dentro desta categoria, irá atender às suas expectativas de monitoramento.

No caso da Microsoft, para as suas diversas soluções para ambiente corporativo, existem Management Packs que são fornecidos gratuitamente. Existem outros fabricantes que também adotam esta prática, como é o caso da Dell e da HP. Agora, existem outros Management Packs que não são desenvolvidos pelo fabricante (desenvolvido por parceiro), mas que são aprovados pelos mesmos para o monitoramento de suas soluções. Este é o caso, por exemplo, da Veam. Ela possui o melhor Management Pack para permitir o monitoramento de hosts de virtualização baseados em Vmware, mas o mesmo não é desenvolvido pela Vmware. Este Management Pack também não é gratuito.

Bem, em síntese, espero que vocês tenham entendido que, antes de começar, basicamente, vocês precisam saber se o Operations Manager consegue monitorar aquilo que você precisa, certo?

Planejamento

Bem, agora que você já sabe que o Operations Manager irá lhe atender, é importante que você faça o desenho e o planejamento da implantação da sua solução.

Estes pontos são extremamente importantes, pois já vi muita gente enrolada com a instalação do Operations Manager por não saber que uma determinada Collation do SQL não era suportada, ou por não saber quais portas seriam necessárias liberar no firewall para comunicação do agente. Isso sem contar com aquelas instalações onde o Operations Manager se torna um devorador de recursos, pois o administrador colocou o produto para monitorar até a aplicação de GPOs nas estações e não fez o dever de casa para avaliar os recursos corretos para entregar para o produto com o objetivo de evitar o problema de performance.

Considerando estes pontos, entendemos que, antes de começar, é importante planejar e gastar algum tempo elaborando o desenho para a sua solução.

Com este objetivo, a Microsoft disponibilizou através do time de Solutions Accelerators, um conjunto de guias conhecido como Infrastructure Planning and Design, que nada mais é do que um conjunto de documentos que explica como você pode fazer o desenho da sua solução para que ela atenda às necessidades de negócio da sua empresa. Ou seja, estes documentos não irão lhe ajudar com o processo de instalação, mas com informações que irão lhe ajudar a entender, por exemplo, quanto de espaço em disco será necessário para a retenção das informações que você irá consultar nos relatórios de disponibilidade que o Operations Manager é capaz de entregar.

Ainda não está disponível o IPD do System Center 2012 R2 – Operations manager, mas você irá encontrar o IPD da versão anterior do produto. Com este documento, você já terá boas condições de planejar e desenhar a sua solução.

Você consegue fazer o download desta versão do IPD clicando aqui.

Outro ponto importante é o de avaliar quais são os requisitos de hardware e de software que precisam ser atendidos para a implementação da solução. Esta informação está disponível no Technet Library e é dinâmica conforme o ciclo de vida do produto. Ou seja, não trata-se de um site para você consultar uma vez só. Estas informações podem ser atualizadas com o tempo, de forma que eu recomendo que você olhe esta página sempre que precisar fazer um novo desenho de solução.

Requisitos de instalação

Bem, e o que eu preciso para fazer esta instalação? Vamos lá! Existem dois pontos que você precisa atentar: 1) Requisitos de Hardware; 2) Requisitos de Software. Parece simples, mas muita gente peca neste ponto. Principalmente no que diz respeito aos requisitos de hardware.

Os componentes da suíte Syste Center precisam de recursos para funcionar. O Operations Manager é um devorador de recursos, e um mal dimencionamento da infraestrutura que irá manter a solução pode inviabilizar um projeto. Os problemas podem surgir desde um console muito lento, que torna a experiência da equipe de monitorameto muito ruim, até um alerta que demora para aparecer na tela, em função da performance geral do sistema. Assim, vamos aos requisitos.

Hardware

Como o System Center 2012 R2 acabou de ser lançado, a documentação pública dos referidos produtos ainda não está pronta. Durante a produção deste post, a informação mais recente sobre o produto que encontrei no Technet Library era de 01/11/13. Assim, como referência, tive que usar alguns dados presentes na documentação da versão anterior do produto. Ou seja, versão 2012 SP1.

Aqui vale um ponto de atenção bastante importante para o desenho. Usar o IPD pode lhe ajudar bastante. No IPD do Operations Manager é possível encontrar o link para um planilha que irá lhe ajudar a elaborar este desenho. Ou seja, a leitura desta documentação é obrigatória. A razão disso é que os requisitos de hardware do Operations Manager irá depender de diversos fatores, tais como: Quantidade de sistemas que serão monitorados, tempo de retenção das informações na base de dados, se serão monitorados sistemas baseados em Windows, Linux e de rede, se sistemas localizados em uma rede de perímetro serão monitorados etc.

Visto isso, não existe uma fórmula mágica do tipo, configure um servidor com x GB de RAM, y de espaço em disco etc. Para definir as configurações que serão usadas, é necessário fazer uma análise do que será monitorado para que o hardware seja dimensionado corretamente.

Apesar disso, alguns requisistos você pode usar como referência para um ambiente de laboratório, por exemplo. Estes requisitos podem tabém atender à alguns tipos de cliente mas, como disse, o ideal é que se use o IPD para dimensionar corretamente uma solução corporativa. Mesmo usando a versão do IPD para a versão anterior, ela lhe dará um bom norte sobre o que precisa ser configurado.

Como citei anteriormente, dentro do IPD você irá encontrar uma referência para uma planilha do Excel que já me ajudou muito nessa tarefa. Trata-se do Operations Manager Sizing Helper. Com esta planilha, você responde à algumas perguntas e o resultado é apresentado com a configuração recomendada para o seu cenário.

De um modo geral, as informações presentes na tabela a seguir podem ser usadas como referência.

Item de Hardware Requisito
Processador 4 CPUs (x64)
Memória 8 GB de RAM
Disco 127 GB de disco (considerando apenas um ambiente para homologação)

 

Mais uma vez, os valores informados servem apenas como uma referência. Consultar a documentação do produto é imprescindível.

Software

  • Sistemas Operacionais Suportados: Windows Server 2008 R2 SP1, Windows Server 2012 e Windows Server 2012 R2
  • Banco de Dados: SQL Server 2008 R2 SP1/SP2 Standard/Datacenter e SQL Server 2012 Standard/Enterprise RTM/SP1
  • Console de gerenciamento: Windows 7/8/8.1 e Windows Server 2008 R2 SP1/2012/2012 R2
  • Console Web: IE 8/9/10/11 com Silverlight 4/5 (ou seja, nada de Firefox e/ou Chrome)
  • PowerShell: Suporte para as versões 2, 3 e 4
  • .Net Framework: 3.5.1 SP1/4/4.5
  • Suporte para coexistência de componentes: O Operations Manager não pode coexistir com os seguintes componentes da suíte System Center no mesmo servidor: Servidor de Gerenciamento do Data Protection Manager (DPM), Servidor de Gerenciamento do Service Manager e Servidor de Gerenciamento de Data Warehouse do Service Manager

 

Conclusão

Espero ter conseguido, neste artigo, apresentar para vocês alguns conceitos básicos sobre o System Center 2012 R2 – Operations Manager.

Diferente de outras soluções da Microsoft, os componentes da suíte System Center não devem ser instalados sem um planejamento prévio. Se você fizer esta instalação sem planejar antes, a sua implementação corre o risco de não ser bem-sucedida e, no final, você pode acabar tendo uma impressão negativa do produto.

Como disse no início do post, este é o primeiro post de uma série que irei apresentar sobre Operations Manager.

Sendo assim, no próximo post nós veremos, passo-a-passo, como fazer a instalação do SQL Server para suportar o Operations Manager.

Até a próxima!

Instalando o Windows 8

Publicado: 4 de março de 2012 em Microsoft, MIVP, TechEdBR, Windows 7, Windows 8

Bom dia, Galera!

Como todos sabem, a Microsoft disponibilizou, publicamente, a versão de avaliação para consumidores do Windows 8. Se você ainda não fez o download desta nova versão, faça agora mesmo clicando aqui.

Bem, depois de fazer o download, você irá instalar o novo sistema, certo? Você pode fazer isso em uma máquina virtual, ou em uma máquina física.

Se você pretende configurar o Windows 8 em uma máquina física com uma configuração de dual boot com o Windows 7, é possível fazer também a instalação baseada em VHD, o que facilita o processo de configuração do disco real do sistema (não será necessário reparticionar o disco).

Instalando o sistema

Independendo de como você irá preferir iniciar os seus testes, você irá iniciar o sistema com a mídia de instalação do Windows 8. Você irá perceber que não existem muitas diferenças (além das visuais) nesta primeira etapa do programa de instalação.

Sendo assim, na primeira tela, escolha o idioma de instalação (disponível, inicialmente, em inglês), formato de data e hora e o layout do teclado.

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Como não estamos focando, neste post, na recuperação de desastres, na próxima tela, basta clicar em Install Now.

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Na sequência, entre com a chave obtida durante o registro para o download do Windows 8.

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Como não poderia deixar de ser, o EULA deve ser aceito se você pretende continuar com o processo de instalação.

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Agora você deve selecionar o tipo de instalação. Ou seja, você deve informar se irá realizar uma atualização ou se fará uma instalação nova. Como a nossa condição é a segunda, iremos clicar na opção Custom: Install Windows only (advanced).

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A tela de configuração do disco é exibida. Para o nosso cenário, iremos clicar apenas no Next, para que o assistente uitilize as configurações padrão.

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Vale ressaltar que ainda será possível acionar o prompt de comandos, caso precise executar algum tipo de alteração no sistema antes de prosseguir usando a combinação de teclas <SHIFT> + <F10>

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Nesta etapa do programa de instalação, não podemos interferir mais.

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Finalizada esta etapa, começa a parte do assistente que não é igual ao que conhecemos no Windows 7. Ou seja, você irá começar a ver alguns dos recursos disponibilizados pela nova interface Metro, que vem gerando tantos comentários do público.

Nesta primeria tela, o assistente pergunta qual o nome que o computador irá usar e qual será a sua cor de base.

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Na tela seguinte, o assistente pergunta se você irá usar as configurações expressas, ou se deseja personalizar a instalação. Como queremos ver as opções disponíveis, vamos marcar a opção Customize (Personalizar).

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O Assistente precisa saber como será o relacionamento do seu sistema com o ambiente de rede onde o mesmo se encontra. Se você selecionar a opção Yes, turn on sharing and connect to devices, o Windows será configurado como o equivalente no perfil de rede existente no Windows 7 conhecido como Rede doméstica. Ou seja, o Firewall do Windows será configurado com as excessões mais comuns em ambientes desse tipo. Se você escolher a opção No, don’t turn on sharing or connect to devices, o assistente irá habilitar o equivalente ao perfil público do Windows 7. Ou seja, o Firewall do Windows será configurado para não permitir excessões, o que é ideal quando estamos em um ambiente de rede pública.

Para o nosso cenário, iremos habilitar a primeira opção, uma vez que este sistema está sendo instalado em um ambiente doméstico.

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Na tela seguinte, o sistema pergunta como será feita a instalação de atualizações, drivers de dispositivos e como os recursos do Internet Explorer relacionados à segurança serão ajustados. Irei manter as configurações padrão, que são as mais seguras.

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Agora o assistente pergunta como você deseja enviar informações que podem ajudar a Microsoft a melhorar o produto. Mais uma vez, irei manter as opções padrão, mas você pode reparar que é possível desativar qualquer uma das opções presentes.

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Aqui você define como o sistema poderá buscar soluções para os problemas que forem encontrados com as aplicações. Entre outras coisas, você pode definir, por exemplo, se os sites que tiverem problemas de exibição no novo Internet Explorer, poderão ser incluídos em uma lista de compatibilidade de sites pública da Microsoft, de forma que outras pessoas não tenham os mesmos tipos de problemas. Adicionalmente, o assistente pergunta sebre o compartilhamento de informações sobre o seu computador e as aplicações. Quem já está acostumado com o Windows Phone já viu estas configurações, onde a aplicação pergunat se pode usar, por exemplo, as suas informações sobre localização para permitir que o programa funcione. Isso é importante para aplicações que, por exemplo, precisam saber a sua localização via GPS com o objetivo de exibir informações relacionadas à serviços (restaurantes) próximos em um aplicativo de turismo, por exemplo.

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Como existe uma integração entre o Windows 8 e a Live, o assistente pergunta qual é o Live ID que você deseja associar ao sistema. Fazendo isso, a integração entre XBOX 360, Windows Phone e o seu sistema passa a ser completa, uma vez que estes sistemas irão usar uma base centralizada de informações. Obviamente, caso você não queira fazer essa integração, isso é possível.

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Como eu optei por fazer a integração, repare que o sistema já me pergunta as credenciais de acesso à conta do Windows Live. Como o sistema já está conectado com a Internet (usando as configurações escolhidas para o perfil do Firewall do Windows anteriormente), repare que a tela já está em português, pois se trata de uma tela enviada pelo meu perfil do Windows Live onde o idioma está em português.

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Sendo assim, na tela seguinte o sistema pede algumas informações relacionadas à possibilidade de redefinição da senha do Windows Live usando o seu computador. Depois de inserir estas informações, você irá receber um e-mail do Windows Live perguntando se você deseja adicionar este sistema como um computador seguro. Somente com esta confirmação será possível efetivar as configurações realizadas aqui.

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Pronto! Agora é só aguardar o logon no sistema.

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Depois de alguns instantes, a interface Metro é exibida.

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Se quiser visualizar o desktop, basta clicar em desktop.

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Agora, quando você reinicializa o sistema, você será direcionado para a tela seguinte.

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Nela, você deve arrastar a tela para cima (como fazemos na Lockscreen do Windows Phone) para ter acesso à tela de logon.

Conclusão.

O processo de instalação do Windows 8 é bem sismples, e quem já está acostumado a instalar o Windows 7 não terá grandes dificuldades.

Além disso, ficou nítida a intenção da Microsoft em integrar o Windows com aquilo que encontramos no Windows Phone e no XBOX 360. Ou seja, é muito fácil começar a usar qualquer um destes sistemas, simplesmente porque a síntese de navegação nos recursos é exatamente a mesma. Quando tivermos tablets equipados com o Windows 8 na versão RTM, essa integração será maior ainda para a experiência do usuário.

Visto isso, o que você está esperando para testar o novo sistema?

Um abraço e até a próxima!

Fala, Galera!

Tudo bem?

Como todos sabem, o System Center Configuration Manager 2007 entrega para o administrador uma série de relatórios que podem ser usados para obter informações sobre, praticamente, qualquer aspecto relacionado aos recursos gerenciados por ele. Ou seja, com este recurso, é possível obter informações de inventário de software e de hardware, saber quais computadores estão executando um determinado software, quais computadores possuem os requisitos para serem migrados para o Windows 7 etc.

O SCCM nos dá duas maneiras de conseguir estes relatórios. Você pode usar a função de Reporting Point e/ou a função de Reporting Services point.

Das duas funções de servidor que o SCCM pode desempenhar, a função de Reporting point é a mais usada. Como razões para isso, podemos citar: 1) É muito simples de instalar; 2) Possui quase 400 relatórios prontos para usar.

No caso do Reporting Services point, como o nome já sugere, esta função depende do SSRS (SQL Server Reporting Services). Ou seja, para poder explorar o seu potencial, o administrador precisa de algum conhecimento sobre o Reporting Services.

Realmente, para quem não está habituado, o SSRS pode apresentar alguma dificuldade. Apesar disso, as vantagens em se trabalhar com esta ferramenta compensam o esforço para se trabalhar com ela e, além disso, não é tão difícil assim trabalhar com o mesmo.

Como vantagens em se ter o Reporting Services point configurado no ambiente, podemos citar: 1) Melhoramento na apresentação dos relatórios; 2) Possibilidade de exportar os relatórios para formatos tais como o PDF; 3) Possibilidade de criar subscrições que automatizam o processo de gerar novos relatórios.

Sendo assim, a razão de criar este post está no fato de reparar que a maioria dos ambientes de SCCM que conheço terem o Reporting point como pilar principal na geração de relatórios, e saber que a principal razão disso é a da falta de conhecimento em configurar o Reporting Services point do SCCM.

O que é necessário para habilitar o recurso?

Bem, se você chegou até aqui, provavelmente está interessado em saber o que é preciso para configurar o recurso. No caso, será necessário que você atendar a requisitos tanto do SQL Server, quanto do SCCM.

Para este post, iremos considerar um cenário onde o SQL Server e o SCCM foram configurados no mesmo servidor. Sendo assim, existem apenas dois componentes do SQL Server necessários para que você possa usufruir do Reporting Services. No caso do SQL Server, você precisa ter o Database Engine Services, que é básico para o banco de dados do SCCM, e o próprio Reporting Services.

Estas duas funções do SQL Server podem ser escolhidas durante o programa de instalação do mesmo na tela de seleção de recursos. Caso julgue necessário, você pode instalar também o Management Studio, mas vale ressaltar que este último componente não é obrigatório.

Caso você tenha feito a instalação do SQL Server sem adicionar o Reporting Services, basta modificar a instalação do SQL Server usando o seu respectivo programa de instalação. Adicionalmente, execute o Microsoft Update com o objetivo de garantir que o produto estará com todas as atualizações necessárias.

Configurando o Reporting Services point

Para adicionar o Reporting Services point, abra o console de gerenciamento do SCCM e navegue até Site Database\Site Management\<nome do seu site>\Site Settings\Site Systems. Daí, clique com o botão direito sobre o nome do servidor e selecione New Roles, conforme mostra a figura a seguir. Repare que a função que iremos adicionar não aparece no painel de funções que se encontra no lado direito da figura.

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Na tela seguinte você pode manter as opções padrão preenchidas conforme mostra a figura seguinte. Sendo assim, clique em Next.

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Agora você deve selecionar a função que deseja instalar. No caso, marque a função Reporting Services point.

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Ao clicar em Next, o assistente pergunta qual o nome da pasta que será criada para armazenar os relatórios do Reporting Services. Neste caso, mantenha a configuração padrão e clique em Next.

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Um resumo das suas seleções será exibido. Basta clicar em Next para prosseguir com a instalação.

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Ao concluir o processo, você verá a tela que se segue.

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Configurando o Reporting Services

Além de adicionar a função de Reporting Services point, é necessário fazer alguns ajustes no Reporting Services. Com estes ajustes, será possível criar subscrições onde o SCCM poderá gerar relatórios periodicamente e, se for o caso, envia-los via e-mail, por exemplo.

Sendo assim, abra o Gerenciador de Configuração do Reporting Services. Na tela que aparece, verifique se o modo do servidor de relatórios está configurado como Nativo, conforme mostra a figura a seguir.

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Em seguida, clique em Configurações de Email e informe, no campo Endereço de Remetente o endereço que será usado pelo Reporting Services quando o SCCM solicitar que seja enviado um e-mail com os relatórios. Para o nosso exemplo, criei uma conta chamada sccm@lab.local. Adicionalmente, informe quem é o servidor SMTP através do campo Servidor SMTP.

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Adicionando relatórios

Agora que você já fez estas configurações, retornaremos para o console do SCCM onde iremos adicionar os relatórios que o SCCM irá usar através do Reporting Services.

Sendo assim, com o console aberto, navegue até Site Database\Computer Management\Reporting\Reporting Services\<Nome do servidor>.

Um detalhe interessante para observar aqui é que este recipiente já existia mesmo antes de você adicionar a função de Reporting Services point. A diferença é que, agora, uma vez que você adicionou a função, os controles dentro do referido container irão funcionar.

Agora, clique na pasta All Reports. Você verá que a mesma está vazia.

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Na sequência, clique na pasta Report Folders. Você verá que a mesma também está vazia.

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Nesta etapa você irá copiar os relatórios existentes no Reporting point para o repositório do Reporting Services. Para isso, clique com o botão direito no nome do servidor, e selecione Copy Reports to Reporting Services.

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No assistente que se abre, a primeira informação que será solicitada é a do nome/instância do SQL onde se encontra o banco do SCCM, além do nome deste banco.

No nosso cenário, o SQL Server está no mesmo servidor que o SCCM. Assim, não é necessário informar o nome da instância do SQL. Basta informar o nome do servidor.

No campo Database Name, você deve informar SMS_<site primário>. Ou seja, no nosso exemplo, o nome do site primário é LAB. Sendo assim, o nome do banco fica SMS_LAB.

Preencha os campos conforme apresentado na figura a seguir e clique no botão Test. Se o assistente conseguir se conectar com as informações fornecidas, o botão Next irá se acender.

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Agora o assistente precisa das informações que serão usadas pelo serviço de subscrição do SCCM quando uma tarefa de criação de relatório precisar ser criada. Preencha as informações como mostra a próxima figura, considerando, porém, que a conta Administrador deve ser substituída pela conta que possuir privilégios administrativos no Reporting Services.

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Na tela seguinte, o assistente exibe a lista de relatórios que você poderá copiar para o novo repositório. Para o nosso exemplo, iremos selecionar todos os relatórios.

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Na próxima tela do assistente, você deve informar se algum conjunto de permissões deve ser usado. Mantenha as opções padrão e clique em Next.

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Como de costume, um resumo das seleções é exibido.

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Agora é uma questão de aguardar o processo de importação ser concluído.

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Se tudo deu certo, você verá a tela que se segue.

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Agora é só concluir o assistente.

Bem, feito isso, se você clicar na pasta All Reports, como foi feito anteriormente, você verá que existem vários relatórios.

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Em Reporting Folders, você irá encontrar pastas categorizando os relatórios. Assim fica mais fácil localizar um relatório específico.

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Executando relatórios

Agora você está a alguns cliques de poder usufruir dos benefícios de ter o Reporting Services point. No caso, basta selecionar um relatório na lista, clicar com o botão direito no mesmo, e selecionar a opção Run.

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O relatório será exibido da mesma maneira que era feito antes. Apesar disso, você verá que a qualidade do mesmo melhorou bastante, quando comparado ao modelo de relatório exibido através do Reporting point.

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Adicionalmente, veja as novas opções para exportação de relatórios.

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Adicionando relatórios de gerenciamento de energia

Uma das novidades da versão R3 do SCCM é a possibilidade de extrair informações relacionadas ao gerenciamento de energia dos sistemas gerenciados pelo SCCM.

No caso, você tem como gerar relatórios que podem dar informações simples tais como as configurações de gerenciamento de energia usadas pelos equipamentos, até o custo que cada equipamento têm no ambiente.

A questão, no entanto, é que estes relatórios só estão disponíveis através do Reporting Services point. Não será possível executar os relatórios de gerenciamento de energia usando o Reporting point tradicional.

Bem, para adicionar estes novos relatórios, basta que você execute, basicamente, o mesmo procedimento que foi executado para copiar os relatórios. A diferença está no fato de que na tela apresentada na próxima figura, você deve clicar na opção Import Report Definition Language files from a Microsoft signed cabinet file. Feito isso, clique no botão Browse.

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Agora, você deve navegar até a pasta de instalação do SCCM\Reports\Power Management. Nela, você irá encontrar um arquivo chamado MicrosoftReportPack. Selecione este arquivo e clique em Abrir.

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Você verá a lista de relatórios contidos no arquivo selecionado. Daí, basta executar os mesmos procedimentos executados anteriormente. Ou seja, basta seguir o assistente até que o mesmo seja concluído.

Se você fez tudo corretamente, agora você terá mais uma categoria de relatórios. Procure pela pasta Power Management. Dentro dela estão os 18 relatórios de que estamos falando.

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Estaria tudo pronto se não fosse por uma questão importante. Até este ponto, o servidor está pronto para receber informações de gerenciamento de energia dos clientes. A configuração padrão, no lado servidor, garante isso. O problema é que o agente do SCCM padrão que foi instalado nas estações cliente não estão preparados para enviar estas informações.

Para isso, você precisa atualizar o agente instalado nas estações com o KB977384 que foi necessário instalar antes de aplicar o R3 no servidor. Durante a instalação deste KB, o assistente pergunta se você deseja criar um pacote de instalação no SCCM. Assim, basta criar um Advertise para distribuir este KB para todas as estações gerenciadas pelo SCCM.

Quando essa tarefa for concluída e o KB tiver sido instalado, o agente do SCCM terá condições de passar as informações de Gerenciamento de energia para o servidor.

Uma maneira de checar se o agente na estação foi atualizado é abrir o Configuration Manager presente no Painel de Controle.

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Feito isso, clique na guia Components e procure por ConfigMgr Power Management Agent. Se este componente estiver presente, significa que o KB977384 foi corretamente aplicado.

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Pronto! Agora você já terá condições de receber informações sobre gerenciamento de energia das estações.

Configurando Subscrições

Uma das vantagens em se trabalhar com o Reporting Services point está no fato de ser possível automatizar a criação de relatórios.

Mais precisamente, você poderá enviar os seus relatórios periodicamente por e-mail, por exemplo. Se não quiser que isso seja feito assim, pode guardar os relatórios gerados em um compartilhamento do Windows.

Para fazer isso, clique com o botão direito do mouse em um relatório de sua preferência e selecione New subscription.

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Um assistente será aberto, e nele você poderá optar pelo envio do seu relatório via e-mail (caso, tenha feito a configuração no Gerenciador do Reporting Services como indicado anteriormente), ou você pode colocar os relatórios gerados em um compartilhamento, como foi dito anteriormente.

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Daí, basta selecionar as opções adequadas para a sua seleção e seguir as instruções do assistente.

Dependendo do que você tenha selecionado, poderá ser necessário informar uma collection e/ou nome de estação para poder concluir o assistente. Ou seja, as perguntas que o assistente fará dependem do tipo de relatório selecionado.

Conclusão

O Reporting Services point pode agregar bastante valor aos seus relatórios. principalmente pelo fato de permitir que você exporte o mesmo para formatos mais atraentes, tais como o PDF, por exemplo.

Além disso, você ganha a possibilidade de trabalhar com os relatórios de gerenciamento de energia e a possibilidade de trabalhar também com as subscrições.

Sem dúvidas, é um recurso interessante para habilitar.

Um abraço e até a próxima!

Olá, pessoal!

Tudo bem?

No post de hoje iremos abordar o processo de instalação do SQL Server 2008 R2 SP1 para suportar a instalação de dois produtos da família System Center 2012. Estou me referindo, especificamente, ao Virtual Machine Manager 2012 e o Operations Manager 2012.

O principal objetivo deste post é o de ajudar àqueles que querem estudar os produtos da família System Center, mas que possuem dificuldade em preparar o ambiente para instalar os produtos. Em caso de dúvidas no processo, podem me contatar através do endereço igor.humberto@hotmail.com ou então através de um comentário.

Como referência para este post, usei o System Center Library. Assim, caso queira se aprofundar nas informações que você verá adiante, basta ler os conteúdos referentes aos dois produtos que estou focando, ou seja, o Virtual Machine Manager e o Operations Manager, ambos nas versões 2012.

Configurando o SQL Server.

Agora chegou o momento de instalarmos o SQL. A versão que iremos usar é a SQL Server 2008 R2 SP1. Ao inserir a mídia de instalação, será exibida uma tela onde devemos clicar em Installation e, na sequência, New Installation or add features to an existing installation.

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Iniciando a instalação do SQL Server.

O programa de instalação precisará instalar o ambiente que irá receber o SQL. Sendo assim, uma série de checagens será realizada.

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O programa de instalação está verificando o ambiente.

Agora você deve informar que tipo de instalação está fazendo. Ou seja, se deseja fazer uma instalação de avaliação do produto, ou entrar com a chave de instalação, para realizar uma instalação completa do mesmo.

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Escolhendo o tipo de instalação do SQL Server.

Desta forma, na tela seguinte se dará o início da instalação dos componentes necessários para o programa de instalação.

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Instalando os componentes da instalação do SQL Server.

Uma vez que estes componentes sejam instalados, agora o assistente inicia uma nova etapa do processo de instalação onde iremos realizar a instalação do SQL Server propriamente dito. Sendo assim, uma nova verificação é realizada. Se tudo estiver correto, você deverá ter apenas um alerta que informa que as configurações do firewall precisam ser checadas para que exista a comunicação com o SQL Server depois que o mesmo for instalado. Em condições normais esse processo é realizado automaticamente pelo programa de instalação.

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Realizando mais uma checagem de requisitos.

Em Setup Role, escolha a opção SQL Server Feature Installation, conforme mostra a figura a seguir.

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Selecionando a instalação de recursos do SQL Server.

Agora chega o momento de selecionar os componentes do SQL Server que serão instalados. Os componentes são quase os mesmos para o VMM e para o SCOM. Para o VMM você só precisa instalar o Database Engine Services e o Reporting Services. Para o SCOM, você deverá selecionar também o Full-Text Search (FTS). Adicionalmente, iremos marcar também o Management Tool (Basic e Complete). Este último, apenas com o objetivo de facilitar a configuração do SQL, caso seja necessário fazer algum ajuste.

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Selecionando os componentes que serão instalados.

Mais uma checagem é realizada com o intuito de verificar se algum problema pode ocorrer durante a instalação das funções selecionadas.

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Mais uma verificação para saber se problemas serão encontrados.

Na tela de configuração da Instância, você pode manter as configurações padrão. Ou seja, deixar o nome MSSQLSERVER como instância padrão para a instalação do SQL Server.

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Definindo o nome da Instância do SQL que será usada.

Uma caixa de validação dos requisitos de espaço para a instalação dos componentes selecionados é exibida.

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O assistente exibe os requisitos de espaço para os componentes selecionados.

Na próxima tela você deverá informar as contas de serviço que serão usadas pelo SQL Server. Aqui vai uma atenção especial para o SQL Server Agent, que deve ser configurado para o modo Automático.

Para o nosso laboratório, estou usando a conta de administrador do ambiente. Apesar disso, caso você estivesse em um ambiente real, você deveria informar uma conta com privilégios administrativos apenas no servidor onde o SQL Server está sendo instalado.

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Definindo as contas de serviço do SQL Server.

Ainda nesta tela do assistente você deverá clicar na guia Collation e verificar se a Collation SQL_Latin1_General_CP1_CI_AS foi selecionada. Segundo a documentação disponível, esta é a única Collation compatível com o SCOM 2012 (Figura 17).

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Definindo a Collation que será usada pelo SQL Server.

Na próxima tela você deve informar quem será o administrador do SQL.

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Definindo quem será o administrador do SQL Server.

Na tela seguinte você irá definir a configuração do Reporting Services. Sendo assim, certifique-se de que a opção Install the native mode default configuration está marcada.

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Definindo o modo de instalação do Reporting Services.

Uma última verificação é realizada para que o programa de instalação se certifique de que não existirão impedimentos para atrapalhar o processo de instalação dos componentes selecionados.

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Última checagem antes de iniciar a instalação do produto.

Agora você vê o resumo das suas seleções.

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Resumo das seleções para a instalação do SQL Server.

A instalação dará início. Agora é só aguardar que a mesma seja finalizada.

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Progresso da instalação do SQL Server.

Se tudo foi feito corretamente, a instalação será bem-sucedida. Depois disso, basta executar o Microsoft Update para aplicar as atualizações necessárias, incluindo o Service Pack 1 do SQL Server 2008 R2. Repita o processo de checagem por atualizações até que o Microsoft Update informe que não existem mais atualizações para o sistema.

Aqui vale uma observação importante quanto aos updates. Muita gente não percebe, mas na tela do Microsoft Update a configuração padrão informa que somente as atualizações do Windows serão exibidas. Para que as atualizações para os outros produtos sejam apresentadas também, é necessário que você siga as instruções sobre como obter atualizações para outros produtos na mesma tela do Microsoft Update. Somente assim você verá as atualizações, por exemplo, do SQL Server.

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Instalação do SQL Server concluída de maneira satisfatória.

Bem, pessoal. Se vocês chegaram até aqui, isso significa que o SQL Server foi instalado com sucesso e está pronto para receber o Virtual Machine Manager e o Operations manager.

Mais uma vez, em caso de dúvidas, deixe um comentário e/ou mande um e-mail para igor.humberto@hotmail.com.

Um abraço e até a próxima!

Salve, Galera!

Tudo bem?

Como todos sabem, hoje aconteceu na Lógica Tecnologia, aqui no Rio de janeiro, mais um IT Camp.

Sendo assim, dedicamos 8 horas do dia para falarmos, em profundidade, sobre Hyper-V e System Center.

Foi complicado, pois tratam-se de temas que precisariam de uma semana para serem abordados por completo. Apesar disso, conseguimos apresentar o Hyper-V, o System Center 2012 – Virtual Machine Manager e o System Center 2012 – Operations Manager.

Os participantes tiveram condições de entender as novidades da plataforma e como fazer o “bicho funcionar” através de demonstrações práticas.

Vejam as fotos:

O coffee-break estava bem servido.

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Os participantes tiveram a oportunidade de testar os recursos apresentados durante o evento.

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Como o evento foi longo, tivemos alguns momentos de descontração.

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Contamos com a presença do amigo Rafael Bernardes, representando a equipe do portal CooperaTI (www.cooperati.com.br)

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Pessoal, por hoje é só.

Eu e o Alexandro estamos muito satisfeitos pela realização do evento.

Obrigado equipe do Technet Brasil, representadas pelos amigos, Fabio Hara e Vinícius Apolinário! Foi uma grande oportunidade de colaborar com a comunidade!

Contem conosco para outras iniciativas deste tipo!

Aproveito a oportunidade para deixar alguns links importantes para quem pretende se aprofundar nos temas abordados:

– http://www.microsoftio.com

Site onde é possível encontrar o Core IO. Com ele vocês conseguem analisar o nível de maturidade do ambiente e, assim, organizar os projetos da sua empresa. Desta maneira será possível implementar as soluções no momento certo dentro da organização.

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc196387.aspx

Link com informações sobre o Infrastructure Plannign and Design (IPD). Com ele você consegue fazer o desenho de muitas das soluções de infraestrutura que a Microsoft oferece. Faça o planejamento e implemente da maneira correta!

http://www.microsoft.com/download/en/details.aspx?displaylang=en&id=732

Gostou do IPD? Faça o donwload dos guias neste link!

http://social.technet.microsoft.com/wiki/contents/articles/125.hyper-v-survival-guide.aspx?wa=wsignin1.0

Hyper-V Survival Guide. Como o nome já diz, é o guia de sobrevivência do Hyper-V. Está com dúvida, provavelmente aqui você encontra a resposta.

http://www.microsoftvirtualacademy.com/Home.aspx

Microsoft Virtual Academy. Este é o local para aprender, entre outras coisas, sobre infraestrutura de nuvem privada.

http://technet.microsoft.com/pt-br/bb291022

Centro de treinamento. Este lugar é outra fonte de estudos muito confiável para aprender sobre tecnologias Microsoft.

http://technet.microsoft.com/pt-br/bb467605.aspx

Microsoft Virtual Labs. Aqui você aprende, na prática, como funcionam os produtos Microsoft mais recentes. Principalmente na plataforma System Center 2012.

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc507089.aspx

System Center Technical Documentation Library. Uma das melhores referências técnicas sobre System Center. O X da questão aqui é que está em Inglês. Sendo assim, temos também a…

http://www.canalsystemcenter.com.br/csc/index.php

Revista Canal System Center. Esta é a primeira revista brasileira que fala exclusivamente sobre System Center e com contepudo inteiramente em português.

Aproveitem e, bons estudos!

Um abraço e até a próxima!